domingo, 16 de abril de 2017

Feliz Páscoa!

Olá a todos!

Desejo uma Feliz Páscoa a todos os que seguem e comentam o blogue.

Imagem retirada do Google
Beijos.

sábado, 11 de março de 2017

Capítulo 1 - Parte 2

Olá a todos!
Obrigada pelo comentário, Thaysa.

Espero que gostem dessa parte do capítulo.


Camilla correu pelo café e saiu para a rua em pleno Outono. A cidade de Londres era encantadora, mesmo que não fosse dela. Foi a cidade que a acolheu depois do desastre de automóvel que seus pais adotivos tiveram.
Ela parou ao lado de um Wolksvagem de cor branca e o duque abriu a porta para ela. Entrou, lembrando-se dos avisos que Austin lhe dera. O carro dava uma intimidade que Camilla não pretendia. Sentiu-se nervosa e procurou observar o perfil do homem. Não, ele não estava interessado numa jovem órfã vinda de um país estrangeiro. Será que ele fazia parte da sua família? Camilla não teria problemas em discutir com a sua possível verdadeira família.
- O que acha de Londres? Está cá há muito tempo?
Ela olhou para a paisagem enquanto o duque falava. Não queria intimidade.
- Há dois anos e sim, estou amando a cidade.
- Esses jovens de hoje usam a palavra amor de uma forma muito fácil. - comentou o duque, irónico. Ele deveria considerá-la ingénua, incapaz de saber o significado do amor. Mas não era verdade. Camilla já tinha sofrido muito por amor. Conheceu Zachary, seu vizinho nos Estados Unidos, e com o seu jeito sério e protetor, havia se apaixonado por ele. Infelizmente, com a morte dos seus pais adotivos, ela teve que viajar para Londres e terminar a sua relação com ele.
- Não sou nenhuma criança, senhor duque. Perguntou o que eu achava da cidade e eu apenas dei a minha opinião. Além disso, que idade você tem? 30 anos?
Ele pareceu rir.
- Pareço assim tão velho? Tenho 27 anos, senhorita. - ele respirou fundo e Camilla sentiu-se enregelar - Você parece amar tudo com facilidade - continuou ele.
- Pois eu decidi pensar assim, sendo que vim de um orfanato. - Se defendeu ela - Preciso de ver as coisas com simplicidade. Vejo o encanto em tudo. Até nos rostos das pessoas.
- O que vê no meu rosto, senhorita?
Ela ficou surpresa, pois não tinha jeito de responder com franqueza. Nunca tinha sido educada assim. Via um rosto de um homem com uma paixão controlada e uma breve tirania. Talvez estivesse mentindo.
Ela decidiu mudar de assunto.
- O que queria falar comigo? Você é da minha família?
Ele riu.
- Não, senhorita. Está procurando pelos seus verdadeiros pais?
- Não. Nem queria que eles estivessem querendo me encontrar. Eles me abandonaram e pretendo continuar a minha vida longe deles.
O duque apenas afirmou com a cabeça.
- A senhorita esteve num orfanato nos Estados Unidos, certo?
- Sim. - Respondeu ela, desconfiada.
- Conheceu a Rebbeca?
Camilla começou a relembrar daquela menina que era mais nova que ela. O passado dela antes de ir para o orfanato foi mais difícil que o de Camilla. Rebbeca tinha sido adotada há quatro anos atrás, ainda ela estava no orfanato. Becky, como era tratada no orfanato, tinha 9 anos quando foi parar àquele local. Ela conhecia bem os seus pais, ela conhecia bem o seu passado. Melhor que a Camilla, que com dois anos já estava vivendo no orfanato. Se Camilla tivesse conhecido os seus pais, ou se se tivesse lembrado de algo, seguramente seria igual a Becky: insegura e tímida. Era dessa forma que ela se lembrava de Becky.
- Sim. - Respondeu ela.
- Ela foi adotada um ano antes de você. Foi a minha irmã Vanessa que a adotou.
Camilla olhou para o duque, séria. Becky tinha tido sorte em ir viver para casa de uma duquesa? Ou pelo contrário, tinha tido pouca sorte? Por que razão um duque iria falar com ela sobre Becky?
- O que é que o senhor duque pretende saber realmente? - Perguntou Camilla.
O duque dirigia com calma nesse momento. A conversa tinha-se tornado pesada. Camilla entendeu que o duque ia parar o carro. Quando isso aconteceu, ele olhou para ela.
- Quantos anos tem? A senhorita fuma?
- Tenho 21 anos e não, não fumo.
- Permite que eu fume? - Perguntou ele, sorrindo suavemente. No entanto, a dor estava estampada nos seus lábios. Camilla só negou com a cabeça e ele acendeu o cigarro. O duque não era um homem bonito, mas era alto e se vestia bem. Mostrava ser um homem que as pessoas obedeciam.
- Você estuda, senhorita?
- Estudei. Terminei a minha faculdade de psicologia.
- E está trabalhando como garçonete? Parece que não teve muita sorte aqui em Londres. Para uma pessoa que estudou psicologia, estar numa lanchonete não é realmente a melhor coisa do mundo, o melhor trabalho do mundo. Pensou em voltar para os Estados Unidos?
- Não posso voltar para os Estados Unidos, não tenho ninguém lá. Aqui tenho uma tia e ela me dá a liberdade que preciso para fazer a minha vida. Além disso, na lanchonete dá para receber o meu próprio dinheiro e assim trabalho para mim mesma.
- Não tem namorado? - O duque olhou diretamente nos olhos castanhos de Camilla - Não encontrou ninguém que pudesse pará-la nos Estados Unidos?
Camilla achou que a conversa estava se tornando pessoal. Não queria falar sobre amor. Além disso, dificilmente aquele duque iria saber o que era amor, pensava ela.

Pronto.
Espero que tenham gostado.

A próxima parte eu não sei quando será postada.

Beijos.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Capítulo 1 - Parte 1

Olá a todos!

Respondendo os comentários:

Mirela: Obrigada. Seja bem vinda. Sinta-se à vontade para ler.

Thaysa Salles: Ainda bem que gostou.

E deixem o Sam em paz, o personagem é meu e ele é casado comigo! Haha!

Já deu para entender que vocês adoraram o personagem!
Ele não vai ser tão simpático assim, mas tudo bem. Vocês vão entender quando a história começar realmente :D

Espero que tenham uma primeira boa impressão dessa história.
Aviso, para quem não conhece a minha forma de escrever, que eu posto capítulos por partes. Tem sempre "Parte 1, 2 ou 3" ás vezes chega à "Parte 9", mas não excede esse número. Gosto de fazer capítulos grandes, mas no blog fica um pouco difícil postar inteiro. Cansa os leitores. Então decidi sempre fazer desse jeito.
Espero que gostem!




Camilla Gray estava cansada depois de ter estado a trabalhar durante toda a manhã no London café. A garçonete inglesa finalmente descansava na cozinha. Austin Owen, um dos músicos que animava o café diariamente e filho do dono do estabelecimento, se aproximou e avisou que o duque Windsor pedia para vê-la.
Ela ficou surpresa.
- O que um duque britânico quer falar comigo?
- Não sei. - Austin encolheu os ombros - Tire esse avental. Não queira fazer esperar um duque.
- Meu Deus. Eu preciso de me arrumar. Estou bem? - perguntou ela, arrumando os cabelos.
- Para uma garota que trabalhou a manhã toda, você está perfeita. - disse ele, rindo.
Camilla gostava de Austin. Ele era simpático e sempre conseguia dizer coisas que a encorajavam, principalmente nos momentos em que mais precisava. Era um verdadeiro amigo. Um dos poucos amigos verdadeiros que tinha encontrado.
Saiu da cozinha e viu o homem sentado numa das cadeiras do café. Tinha uma aparência ameaçadora e Camilla teve medo de se aproximar. Ele se virou e olhou-a. O duque realmente não era de se jogar fora. Ele era muito bonito.
- É a senhorita Camilla Gray?
Ela afirmou timidamente.
- Muito prazer. Foi a menina que saiu de um orfanato há uns três anos, mais ou menos?
- Sim. - respondeu ela. Como é que ele sabia disso?!
- Tive dificuldade em encontrá-la, senhorita Camilla.
- Porque soube que eu tinha saído de um orfanato? - inquiriu ela, achando estranho tudo aquilo.
Ele olhou em volta. Ao voltar o olhar para Camilla, falou:
- Poderíamos falar num local mais sossegado? Sei que está trabalhando mas não lhe vou tirar muito tempo.
Camilla hesitou. Quem seria aquele homem de cabelos castanhos desordenados e olhos pretos?
- Sim, posso sair um pouco, mas queria estar cá às 17 horas por causa do chá. Eu preciso de falar com o meu patrão por uns segundinhos e já volto.
- Espero no carro. Está estacionado aqui ao lado. - disse ele, apontando para fora do café indicando o local onde se encontrava o automóvel.
Ela voltou para a cozinha. Austin estava sentado numa cadeira sem fazer nada. Entendeu logo que ele estava a espiando enquanto falava com o duque.
- Que coisa feia, Austin! - falou ela, não parecendo chateada. Pelo contrário, achou graça a essa atitude dele.
- O que você quer?! Não é todos os dias que um duque decide entrar nesse café e falar justamente com você.
- Eu entendo, Austin.
- E então, o que ele queria?
Camilla olhou para o amigo com um olhar inquisidor.
- Não consegui ouvir a vossa conversa, só vi vocês dois conversando. - justificou ele.
Ela deu uma risada.
- Acho que o duque está ligado ao orfanato de onde saí há três anos atrás. Ele deve querer conversar comigo para saber se a minha vida está bem, se vou indo bem. Ele pediu para sairmos. Quer conversar com calma.
- Tenha cuidado! Esses duques costumam ser extremamente arrogantes. Sai logo de cena quando vir algo anormal.
- Claro, Austin. Terei cuidado. Não acho que o duque esteja interessado em mim. Eu não faço o género dele. Vim de um orfanato nos Estados Unidos e não sei nada da minha família.
- Imagine que até é da família dele! Seria interessante.
- Não quero saber. Se for terei todo o gosto em descarregar na cara deles que me abandonaram. - falou ela, séria.
Dizendo isso, saiu do London Café deixando Austin ainda um pouco chocado.

Termina aqui.

Espero que vocês tenham gostado.

Não sei quando virá o próximo capítulo mas postarei cedo.

Beijos.

O Selo da Sobrevivência

Olá a todos!
Antes de postar o capítulo venho repassar esse selo da Thaysa.
Esse selo foi apelidado de "selinho sobrevivente" e, pelo que li no post da Thaysa, é para todas as autoras sobreviventes no Blogger. É verdade que o Blogger tem perdido autores e temos que manter os que ainda resistem.
Bom... vamos lá ao selinho que ainda tenho perguntas para responder:


1- Por que resolveu escrever fanfics e há quanto tempo já escreve?
R: Eu comecei a escrever na altura em que a Camilla Belle e o Joe Jonas namoravam e fazia sempre de vilã a Taylor Swift simplesmente porque, na altura, eu adorava essa triângulo amoroso. Hoje já alterei muitas das personagens para outras. Ou seja, já devo escrever fanfics desde 2007, desde o tempo do triângulo amoroso.

2- Você se considera uma sobrevivente do blogger? Fala um pouco sua trajetória.
R: Acho que sim, porque eu ainda continuo postando mesmo desaparecendo algumas vezes. Comecei em 2012 a postar, mas já lia fanfics no Blogger, então esse mundo de leitora no Blogger já era próximo de mim.

3- Relembre três fanfics/escritoras que marcaram sua vida no blogger.
R: A Diana Pinto, que ainda posta no Blogger, com "A Escola do Terror". Essa história é de 2010. O tempo que isso foi!
A Cathie, que infelizmente deixou de postar, com a fanfic "L'amour, La Vie et Nous".
E a Isa que também tinha uma fanfic, o blog infelizmente já não está no ativo, chamada "Eu sempre quis ter você". Tinha a Camilla Belle na fanfic que era do casal Jemi e pela primeira vez ela não era uma vilã. Fiquei muito feliz por isso!

4- Se pudesse trazer três coisas que eram comuns na época, quais seriam?
R: A união, os comentários enormes nos capítulos (todo o mundo comentava para retribuir os comentários ao seu blog) e as longas amizades virtuais que se construíam.

Os três blogs indicados:
Histórias da Diana
Almost Loved
Don't Say Goodbye

O capítulo já a seguir.

Beijos.