sábado, 4 de julho de 2026

Desafio World Cup Literário 2026 - Resultados Fase 4

 Olá a todos!

 Estes são os resultados da Fase 4!


Resultados:

 28/06: África do Sul - Canadá = Vence Canadá 0-1.
 29/06: Brasil - Japão = Vence Brasil 2-1; Alemanha - Paraguai = Vence Paraguai 4-3; Holanda/Países Baixos - Marrocos = Vence Marrocos 2-3;
 30/06: Costa do Marfim - Noruega = Vence Noruega 2-1; França - Suécia = Vence França 3-0; México - Equador = Vence México 2-0
 01/07: Inglaterra - República Democrática do Congo = Vence Inglaterra 2-1Bélgica - Senegal = Vence Bélgica 3-2; Estados Unidos - Bósnia = Vence Estados Unidos 2-0
 02/07: Espanha - Áustria = Vence Espanha 3-0; Portugal - Croácia = Vence Portugal 2-1; Suíça - Argélia = Vence Suíça 2-0;
 03/07: Austrália - Egito = Vence Egito 2-4; Argentina - Cabo Verde = Vence Argentina 3-2; Colômbia - Gana = Vence Colômbia 1-0.

 A primeira fase deu 13 livros lusófonos e 2 livros estrangeiros.

(AVISO: As regras referem que o país que torcemos não precisamos de fazer).

 Lusófonos:

D. Manuel - Duas Irmãs para Um Rei, de Isabel Stilwell


Sinopse:

Justa, a sua querida ama, não duvidava de que era o Escolhido, aquele que as profecias anunciavam estar destinado a reconquistar Jerusalém, e a unir os homens sob a mesma Fé.
Não nasceu para ser rei, mas a roda da fortuna tornou-o duque de Beja e herdeiro de D. João II. Viu morrer o sobrinho e assassinar irmão e cunhado para subir ao trono a 27 de outubro de 1495.
As naus do Venturoso chegaram à Índia e ao Brasil construindo um Império, digno do rei mago do Ocidente, como, em segredo, se intitulava.
Ao som da música, tornou Lisboa no centro do comércio das especiarias, as suas ruas animadas por mercadores, espiões, intrigas e riquezas nunca antes vistas.
Isabel, viúva de Afonso, filho de D. João II, resistiu ao casamento. Queria viver a sua tristeza em paz. Mas Manuel era determinado. Desde aquele dia em que os seus olhares se cruzaram em Moura, sabia que Isabel havia de ser sua. Por ela faria tudo, inclusive expulsar os hereges de Portugal, e depois os judeus. Mas mais uma vez a roda da fortuna girava e a sua felicidade durou pouco.
Isabel morria no parto, e o seu único filho não sobreviveria. Era preciso garantir a descendência. Maria, irmã de Isabel, esperara, apaixonada, e o seu tempo tinha chegado. Seria rainha de Portugal e mãe de dez filhos, entre eles seis varões.

Opinião: É um romance histórico português.

Menina morta, de Cornélio Penna


Sinopse:

 CURSO BREVE DE LITERATURA BRASILEIRA é uma colecção de dezasseis volumes concebida para formar, no seu conjunto, uma selecta ou manual de estudo de acordo com um itinerário de leitura coerente e organizado. O critério primordial de selecção privilegia as obras que acrescentam a sabedoria literária ocidental, mas acolhe também aquelas que contribuíram decisivamente para dar à Literatura Brasileira a configuração própria enquanto literatura nacional autónoma. Optou por conjugar a edição autónoma e integral de obras indispensáveis com antologias de períodos, movimentos ou géneros. Procurou-se também privilegiar obras ou autores pouco conhecidos ou de todo desconhecidos em Portugal. Como em qualquer curso, todos os volumes incluem indicações bibliográficas. Será lançado um livro por mês, até Abril de 2006. Já nas livrarias, os primeiros três volumes.

 Opinião: Uma bonita obra.

Se Deus me chamar não vou, de Mariana Salomão Carrara


Sinopse:

Quem vai te contar essa história é uma criança de 11 anos. O olhar fresco e bem humorado de quem ainda vê a vida como mistério está aqui, mas vá por mim: não subestime a solidão de Maria Carmem. A aprendiz de escritora, enfrentando as angústias da “pior idade do universo”, irá te provar que é possível, sim, que uma menina seja mais solitária do que um velho. Ao menos uma menina que, como ela, cresce e cria suas perguntas entre os objetos de uma “loja de velhos”. Ali elas já nascem antigas, frescas e pesadas, doce feito da mais dura poesia. Maria Carmem nasceu no fim. Sendo assim, do que interessa a idade? Como ela mesma diz, “é possível que um lápis pareça estar novo, mas todo quebrado por dentro”. É assim, toda quebrada por dentro, que ela desconstrói o mundo diante de si, o mundo adulto que cria regras e não as obedece, o mundo escolar, tudo: “na aula de matemática o problema dizia que um menino e uma menina precisavam calcular quantas laranjas levar ao parque se os convidados meninos comiam tantas e as meninas só mais tantas cada uma. E eu escrevi que não era pra levar nenhuma, que tudo é mentira, ninguém vai junto a parque nenhum nessa vida”. É também assim que ela junta e faz pergunta e faz poesia com tudo o que se ergue e desmorona, os pais, deus, o amor, o corpo, a morte, o difícil que é entender o amor dos outros. Quando crescer, Maria Carmem vai ser escritora. Mas Maria Carmem já cresceu e já é. Esse livro é uma generosidade de sua poesia. Uma oportunidade de a gente crescer com ela.

Opinião: Um livro apaixonante!

Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto


Sinopse:

 A narrativa de Fernão Mendes Pinto entrelaça de forma admirável a ficção e a realidade. Este clássico da nossa literatura é uma história que junta o melhor do século XVI: piratas, paisagens exóticas, naufrágios, tesouros… e muita aventura!
 Não deixes de ler as incríveis viagens de António de Faria por mares desconhecidos e lugares extraordinários, nas quais nem sempre as coisas são aquilo que parecem!
 A coleção Educação Literária reúne obras de leitura obrigatória e recomendada no Ensino Básico e Ensino Secundário e referenciadas no Plano Nacional de Leitura.

 Opinião: É uma obra um pouco maçante.

Cancioneiros Medievais (Cantigas de Amigo e de Amor)

Conteúdo:

 É um género medieval de poesia em português. Bem antigo.

 Opinião: Li alguns poemas e gostei bastante.

Crónica de D. João I, de Fernão Lopes

 Opinião: É uma obra que li na escola.

Lira dos Vinte Anos, de Álvares de Azevedo

Opinião: Trata-se de uma obra de poesia. Um clássico da literatura brasileira. Eu gostei dos poemas. São reflexivos.

A Hora da Estrela, de Clarisse Lispector


Sinopse:

 Último livro escrito por Clarice Lispector, A hora da estrela é também uma despedida. Lançada pouco antes de sua morte, em 1977, a obra conta os momentos de criação do escritor Rodrigo S. M. (a própria Clarice) narrando a história de Macabéa, uma alagoana órfã, virgem e solitária, criada por uma tia tirana, que a leva para o Rio de Janeiro, onde trabalha como datilógrafa. Em A hora da estrela, Clarice escreve sabendo que a morte está próxima e põe um pouco de si nas personagens Rodrigo e Macabéa. Ele, um escritor à espera da morte; ela, uma solitária que gosta de ouvir a Rádio Relógio e que passou a infância no Nordeste, como Clarice. Na Dedicatória do Autor, um pequeno texto que introduz a história propriamente dita, a autora dedica a obra e ela própria à música de Schumann, Beethoven, Bach, Chopin, Stravinsky, Richard Strauss, Debussy, Marlos Nobre, Prokofiev, Carl Orff, Schönberg e outros "que em mim atingiram zonas assustadoramente inesperadas". Macabéa, a nordestina, cumpre seu destino sem reclamar. Feia, magra, sem entender muito bem o que se passa à sua volta, é maltratada pelo namorado Olímpico e pela colega Glória. Os dois são o seu oposto: o metalúrgico Olímpico sonha alto e quer ser deputado, e Glória, carioca da gema e gorda, tem família e hora certa para comer. Os dois acabam juntos, enquanto Macabéa, sozinha, continua a viver sem saber por que está vivendo, sem pensar no futuro nem sonhar com uma vida melhor. Até que um dia, seguindo uma recomendação de Glória, procura a cartomante Carlota. Nova edição, agora com projeto gráfico de Victor Burton e capa criada a partir de pinturas da própria Clarice. Esta edição traz posfácio de Paulo Gurgel Valente.

Eurico, o Presbitero, de Alexandre Herculano


Sinopse:

Eurico, o Presbítero, considerado pelo próprio autor uma «crónica-poema, lenda ou o que quer que seja», narra a história do amor impossível de Hermengarda e Eurico. Na Espanha visigótica do século VIII, Eurico, que outrora reprimira rebeliões na Cantábria, entrega-se ao sacerdócio por não poder desposar Hermengarda, a irmã de Pelágio, fundador do reino das Astúrias. Contudo, quando vê a sua pátria e a sua religião ameaçadas, Eurico volta a vestir a pele de guerreiro e converte-se no valoroso e enigmático Cavaleiro Negro, combatendo heroicamente os mouros e conquistando a admiração dos Visigodos.
Constituindo uma obra única do Romantismo português, Eurico, o Presbítero aborda ainda o problema ético-religioso do celibato.

Opinião: Li enquanto estava na escola e gostei.

Cantigas de Santa Maria, de Rei Afonso X

 Opinião: Eu li para a escola. Gostei.

Humus, de Raul Brandão


Sinopse:

 Publicado pela primeira vez em 1917, Húmus, a obraprima de Raul Brandão, é um misto de diário, feito de visões e reflexões metafísicas, e de ficção simbólica, onde se alternam dois monólogos interiores em fragmentos datados ao longo de cerca de um ano — o monólogo do autor/narrador, na primeira pessoa, e o de um filósofo lunático, alter ego do autor, apodado de Gabiru. Escrito num estilo poderosamente original e de uma modernidade impressionante, Húmus explora a contradição entre o mundo aparente e o autêntico, onde se descobrem monstruosidades não sonhadas.

 Opinião: É um clássico português interessante. Gostei.

Angústia, de Graciliano Ramos


Sinopse:

Narrado por Luís da Silva, um funcionário público e escritor frustrado, Angústia é um romance caracterizado pela autoanálise e pelo encadeamento narrativo centrado na interioridade do protagonista.
Luís volta-se ao passado buscando reestabelecer o desarranjo interior causado pelo rompimento de seu noivado com Marina, agora comprometida com Julião Tavares. Entretanto a insatisfação permanente com o presente recupera do passado apenas conclusões amargas a respeito de si mesmo, dos outros personagens e do mundo em geral.
Emergem-se na narrativa lembranças de uma infância de afetos distantes, de frustrações sexuais e profissionais, delineando uma completa falta de horizonte e um desencanto perpétuo do personagem com relação a si mesmo e ao estado de coisas.
Luís tentou êxito profissional no Rio de Janeiro, mas, diante do fracasso, fixa-se em Maceió, espaço da narrativa. Vive uma vida comezinha e pouco significante até apaixonar-se por sua vizinha, Marina, o que lhe traz lampejos de satisfação. Marcam casamento, e Luís gasta os poucos vinténs de suas economias para comprar o enxoval.

Opinião: A obra é mais outro marco da literatura brasileira!

Claro enigma, de Carlos Drummond de Andrade



Sinopse:

CURSO BREVE DE LITERATURA BRASILEIRA é uma colecção de dezasseis volumes concebida para formar, no seu conjunto, uma selecta ou manual de estudo de acordo com um itinerário de leitura coerente e organizado. O critério primordial de selecção privilegia as obras que acrescentam a sabedoria literária ocidental, mas acolhe também aquelas que contribuíram decisivamente para dar à Literatura Brasileira a configuração própria enquanto literatura nacional autónoma. Optou por conjugar a edição autónoma e integral de obras indispensáveis com antologias de períodos, movimentos ou géneros. Procurou-se também privilegiar obras ou autores pouco conhecidos ou de todo desconhecidos em Portugal. Como em qualquer curso, todos os volumes incluem indicações bibliográficas. Será lançado um livro por mês, até Abril de 2006. Já nas livrarias, os primeiros três volumes.

Opinião: É um marco da literatura brasileira!

Estrangeiros:

A Criança Que Não Queria Falar de Torey Hayden


Sinopse:
Esta é a história verídica e comovente da relação entre uma professora que ensina crianças com dificuldades mentais e emocionais e a sua aluna, Sheila, de seis anos, abandonada por uma mãe adolescente e que até então apenas conheceu um mundo onde foi severamente maltratada e abusada. Relatada pela própria professora, Torey Hayden, é uma história inspiradora, que nos mostra que só uma fé inabalável e um amor sem condições são capazes de chegar ao coração de uma criança aparentemente inacessível. Considerada uma ameaça que nenhum pai nem nenhum professor querem por perto de outras crianças, Sheila dá entrada na sala de Torey, onde ficam as crianças que não se integram noutro lugar. É o princípio de uma relação que irá gerar fortes laços de afecto entre ambas, e o início de uma batalha duramente travada para esta criança desabrochar para uma vida nova de descobertas e alegria.

Opinião: O livro fala do abandono. É um livro pesado.

Nunca Me Esqueças de Lesley Pearse


Sinopse:
Até onde iria por amor?
Num dia…
Com um gesto apenas…
A vida de Mary mudou para sempre.
Naquele que seria o dia mais decisivo da sua vida, Mary - filha de humildes pescadores da Cornualha - traçou o seu destino ao roubar um chapéu.
O seu castigo: a forca.
A sua única alternativa: recomeçar a vida no outro lado do mundo.
Dividida entre o sonho de começar de novo e o terror de não sobreviver a tão dura viagem, Mary ruma à Austrália, à época uma colónia de condenados. O novo continente revela-se um enorme desafio onde tudo é desconhecido… como desconhecida é a assombrosa sensação de encontrar o grande amor da sua vida. Apaixonada, Mary vai bater-se pelos seus sonhos sem reservas ou hesitações. E a sua luta ficará para sempre inscrita na História.
Inspirada por uma excepcional história verídica, Lesley Pearse - a rainha do romance inglês - apresenta-nos Mary Broad e, com ela, faz-nos embarcar numa montanha-russa de emoções únicas e inesquecíveis.

Opinião: O livro é pesado emocionalmente.

Estes foram os resultados da Fase 4.

Em breve postarei a Fase 5!

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