domingo, 17 de fevereiro de 2013

Novo personagem

Olá a todos!
Aqui está um novo personagem.


Kristen García

Mulher de Roberto (Robert).

Ela já foi falada mas ainda não apareceu realmente mas já ficam com a personagem.

Beijos. Daqui a uns minutos terão o próximo capitulo.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Capitulo 4 - Parte 7

Olá a todos!
Obrigada pelos comentários.

Capitulo 4 - Parte 7

Anteriormente:

Não gosto dele, disse a si mesma. Não gosto, mesmo. E se perguntou, zangada, porque precisava repetir tantas vezes a mesma coisa.
...


O seu amigo Nick acabara de ligar para o seu telefone, travando todos os seus pensamentos sobre Joe Harris.
- Oi Nick, tudo bem?
- Tudo bem sim e com você Demi?
- Estou um pouco gripada por isso se for falar de trabalho peço desculpa mas eu não irei ouvir não. - adiantou Demetria. Aliás, para que mais é que o Nick iria lhe ligar?
- Não, eu não iria falar de trabalho. Eu preciso de falar com alguém. Preciso de falar com um amigo.
- Então, e os seus colegas de trabalho?
O Nick deu um pequeno riso.
- Sabe como é Demi, são colegas não amigos. E nós já nos conhecemos à algum tempo e mesmo que tenhamos apenas uma relação de colegas de trabalho eu já te conheço e sei que você iria guardar meus segredos por isso eu preciso de falar com você. Você tem um tempo para mim?
- Claro Nick. - disse ela se sentando na cama.
- Sabe aquela história que eu tive com a sua irmã?
- Sim, lembro.
A Camilla e o Nick tinham tido um inicio de um romance quando o Nick conheceu Demetria mas a relação não teve êxito e ficou terminado em apenas 2 semanas.
- Então, eu depois desse relacionamento não tive mais ninguém como você sabe.
-Sim.
- Eu gostava de sua irmã como sabe mas não deu e... - Demetria interrompeu Nick.
- Claro, eu me lembro disso Nick. A minha irmã logo depois de você ficou com o Joe Harris. Ah, por falar em Joe, sabe que minha irmã já está com o Tom Fields?
- Sério? - perguntou ele admirado. Demetria acreditou que ele ficasse chocado. A relação da sua irmã com Harris estava mostrando ser para ficar.
- Verdade. Estão noivos já.
- Hum...felicidades para eles. Mas vou continuar...
- Claro, desculpa.
- Não há problema. Então, eu decidi entrar numa nova relação.
- Parabéns Nick. Você merece! Quem é? - perguntou Demetria contente.
- É a secretária. - respondeu ele pensando que já era informação suficiente.
- Quem? - Demetria não soube.
- A secretária de uma das maiores companhias aéreas de Inglaterra.
Demetria ficou sem saber. O Nick respirou fundo.
- A Miley Anderson.
A Demetria sentiu-se uma idiota. Como não pensou logo na Miley? Mas, por favor, era muito mais fácil se dissesse que era a colega de quarto da irmã.
A conversa entre os dois continuou. A Demetria queria saber mais sobre a paixão do seu editor com a Miley.

Pronto.

Beijos.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Capitulo 4 - Parte 6

Olá a todos!
Obrigada pelos comentários.

Anteriormente:

- Oi! - a irmã atendeu transbordante de alegria - Tom e eu acabamos de chegar da rua. Fomos comprar o anel. É um espetáculo! O que acha disso: escolhi uma esmeralda quadrada, emoldurada com pequenos brilhantes.
...




- Deve ser um estouro. Estou louca para ver. Aproveito para desejar a maior felicidade a vocês dois. - fez uma pausa e, antes que Camilla deslanchasse a falar, entrou no assunto: - Olhe, telefonei porque preciso falar com Joe Harris urgentemente.
- O quê? - interrompeu a irmã estridente.
- Você pode me dar o número do telefone dele?
- Meu Deus! Mas que cara de pau! - berrou Camilla.
- Não grite. Estou com uma terrível dor de cabeça.
- Bem feito, é o que você merece.
- Ouça, eu devia ir jantar com ele esta noite.
- Que está dizendo?
- Mas não vou poder ir e preciso avisar.
- Sei! - Camilla estava transtornada demais para dizer alguma coisa coerente.
- Agradecia se você me desse o número dele.
- Dane-se! - e bateu o telefone com tanta força que a dor de cabeça de Demetria piorou.
Demetria terminou a chamada. Bem, não tinha adiantado nada. E agora? Recorreria ao pai? Ele devia ter o telefone. Não, não seria boa ideia. O pai podia ficar tão zangado como Camilla por razões diferentes. A única solução seria esperar até a hora de Joe chegar. Vendo-a naquele estado saberia que não estava inventando uma desculpa.
Ás 15 para as 7, foi se olhar ao espelho com a intenção de se maquilhar um pouco para disfarçar a palidez mas decidiu ficar como estava: livida e com olheiras profundas. Pelo menos, ao vê-la, Joe Harris daria graças a Deus por ela ter desistido. Nenhum homem teria prazer em escoltar um fantasma.
Ele chegou na hora marcada e pareceu assustar-se.
- Sinto muito - falou Demetria fanhosa - Não vou puder ir. Peguei uma gripe.
- Dá para notar - disse ele sorrindo - Sua voz...parece um sapo coaxante.
- E eu me sinto assim. Desculpe.
- Não é culpa sua. A não ser que tenha se resfriado de propósito.
- Acertou. Esta manhã fui a uma loja e comprei uma gripe caprichada sob medida para mim - ironizou entre espirros.
Joe riu, os olhos pretos brilhando, brincalhões.
- Nem doente você dá folga, hein?
Olhou para ele. Vestia um terno leve e escuro que o fazia parecer mais alto e charmoso do que nunca. Sentiu-se como um trapo desbotado. Na verdade, ele estava acintosamente atraente.
- Desculpe, mas é melhor você ir andando, senão vai chegar tarde - recomendou, tentando fechar a porta.
Ele se esgueirou pela fresta, entrando no apartamento. Com ar paternal, aconselhou:
- Você precisa é de um chá de limão com uísque.
- Odeio resfriados. Me deixam pálida. - e espirrou novamente.
- É, você parece mesmo um cadáver ambulante.
- Obrigada, isso me faz sentir bem melhor. Bem, não quero prendê-lo Sr. Harris.
- Não está me prendendo. Antes, vou lhe dar uma bebida quente e esperar que se deite.
- Nada disso!
- Porquê? Tem medo de se reanimar demais?
Demetria tornou a abrir a porta:
- Peça desculpas por mim a Roberto e à esposa, está certo? Sinto realmente perder essa oportunidade de estar com "eles".
Os olhos pretos de Joe brilharam de impaciência.
- Se não estivesse gripada eu lhe daria um beijo como lição - dando um passo atrás, completou: - Mas não se assanhe, não tenho intenção de pegar um resfriado. Voltaremos a esse assunto quando você melhorar.
- Por favor - disse Demetria indicando a saída - Não se prenda por minha causa.
- Eu não me prendo por ninguém. Mas, se você não estivesse tão gripada eu poderia até reconsiderar.
Trincando os dentes, esperou que ele saísse e bateu a porta com força.
Ao voltar ao quarto, sentiu o rosto quente e ficou ainda mais furiosa por saber que isso se devia, não à febre, mas ao cinismo de Joe Harris.
Encheu uma bolsa de água quente para aquecer os pés gelados e já deitada, irritou-se por ainda estar pensando naquele homem.
Não gosto dele, disse a si mesma. Não gosto, mesmo. E se perguntou, zangada, porque precisava repetir tantas vezes a mesma coisa.

Pronto.

Comentem por favor.

Beijos.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Capitulo 4 - Parte 5

Olá a todos!
Obrigada pelos comentários Diana, Amanda e Feer, se não fossem vocês eu teria desistido de postar no blog. Feliz 2013 para todos!

Anteriormente:

Quando terminou o programa, o telefone tocou. Aquela hora da noite, só podia ser alguma notícia excepcional. E, num certo sentido, era pois quem estava do outro lado da linha era Tom, num estado de extrema euforia.
- Ela me deu o sim!
...


- Verdade? - Demetria pôs em ordem os pensamentos para entender o que ele estava dizendo - Ela concordou? Quando foi?
- Agora mesmo. Estamos aqui tomando uma taça de champanhe para comemorar. Amanhã vamos comprar o anel de noivado.
- Parabéns Tom. Cumprimente-a por mim.
- Nem posso acreditar!
Demetria teve a impressão de que ele já tinha tomado várias taças.
- Nem posso acreditar na minha sorte! - repetiu.
O amor aprontava mais uma de suas ironias. Tom estava se congratulando por algo que poderia se arrepender pelo resto da vida.
- Estou contente por você estar tão feliz!
- Harris nunca significou nada para Camilla, você sabe - garantiu ele, um tanto raivoso - Ela me contou.
- Mas que bom. - disse Demetria incrédula.
Será que o tolo acreditava nisso? E esperava, de fato, que ela acreditasse?
- Eu sabia que você ia ficar contente. Quis que fosse a primeira a saber das novidades. Queria telefonar à minha mãe mas a essa hora da noite...
Estava com a voz embargada. Demetria podia até imaginar o que a mãe dele diria àquela hora da noite, ou a qualquer outra hora. Camilla não era exatamente o que uma mãe sonha para o filho.
- Eu precisava contar para alguém. - Tom acrescentou, emocionado.
- Sinto-me honrada por você ter pensado em mim. - na verdade, sentia uma grande pena dele.
O que estaria fazendo Camilla? Naturalmente, bebendo champanhe e pensando no tamanho da pedra do anel de noivado.
- Minha futura cunhada. - disse ele enrolando a língua - Nunca tive uma cunhada antes!
- Bem, agora você vai ter uma. - Por quanto tempo ainda, a manteria pendurada ao telefone?
- Vai ser bom. Gosto muito de você Demi. Tem sido muito boa comigo. Era a primeira pessoa a quem eu queria contar...
- Bem, então boa noite Tom. Obrigada pela preferência.
Finalmente ele caiu em si e se despediu.
Demetria desligou a televisão e sentou para pensar. Camilla não tinha perdido tempo. Aquela pressa até a lisongeava. A irmã, com medo de perder Tom para ela, tratou de agarrá-lo sem demora. Pobre homem! Só esperava que Camilla o tratasse bem.
Demetria foi para a cama mais tarde e, no dia seguinte, nem ouviu o despertador tocar, fato raro em sua rotina. Quando abriu os olhos, sentiu-se estranhamente indisposta, apesar do longo sono. Saindo da cama, sentiu a cabeça pesada e a garganta seca. Quando vestiu o robe deu um espirro.
Gripe. Era só o que faltava! Foi até ao banheiro e se olhou no espelho, inquieta. O rosto estava afogueado e os olhos lacrimejantes. Não havia dúvida, tinha apanhado uma bela gripe.Aquilo ia atrasar tudo. Já era dificil trabalhar sob pressão quando se estava em prefeita saúde...
Sem apetite, só tomou um café preto. Na hora do almoço, não parava de espirrar e a garganta estava tão inflamada e irritada que teve ficiculdade para engolir.
Precisava avisar Joe Harris de que não iria ao jantar daquela noite. Tentou lembrar o nome da firma onde ele trabalhava mas não houve jeito: estava confusa e febril. Como último recurso, decidiu telefonar a Camilla.
- Oi! - a irmã atendeu transbordante de alegria - Tom e eu acabamos de chegar da rua. Fomos comprar o anel. É um espetáculo! O que acha disso: escolhi uma esmeralda quadrada, emoldurada com pequenos brilhantes.

Pronto.
Como sabem, só irei postar o próximo capitulo se tiver 3 comentários de pessoas diferentes.

Beijos.