Olá a todos!
Cheguei tarde, mas cheguei! Passei por alguns problemas, mas estou de volta!
Obrigada pelos comentários, Métis e Thaysa.
Métis - O Sam tem um passado de algum mistério, na verdade!
Thaysa - Eu também escrevi a pensar em relações "garoto-garota" sem ser romance. O Sam não gosta muito da Camilla, talvez lá mais para o meio da história seja diferente.
Anteriormente:
"A forma como Samuel disse aquilo causou o riso em Camilla. Talvez o irmão do duque não fosse assim tão perigoso, mas continuava sendo um grande homem arrogante."
- Eu não conheço duques assim, senhor. - Samuel olhou para Camilla e riu também.
- Já agora, senhorita, me trate por Sam. Não sou como meu irmão que deseja que todos os empregados o tratem como um rei. Eu sou uma pessoa normal como todas as outras, não irei sentar num trono todo bonito, irei ser um campeão de ténis, que aliás, já o sou. - Falou ele, se achando o poderoso. Camilla revirou os olhos sem que Samuel soubesse... mas ele viu.
- Vejo que a senhorita tem um feitio complicado. Será esse carater que atrai muitos homens?! - Ele fez cair essa pergunta retórica entre eles.
Ela corou e olhou para ele. Ele não podia dizer aquilo. Afinal, ela não era o seu tipo. Talvez ele tivesse ficado atraído por ela por Camilla não ter fugido dali e mudado de ideias. Talvez outras garotas tivessem fugido vendo o seu ar forte e perigoso. Ele não a queria no castelo... talvez porque o irmão quisesse. Talvez os dois estivessem disputando quem era melhor.
Ao chegarem a uma curva no caminho, Samuel colocou a mala de Camilla na mala de um carro de cor preta. Era o seu carro. O campeão de ténis abriu a porta do carro para Camilla entrar e ela entendeu que o espaço que estava no carro dava uma imensa intimidade. Diferente do duque, ela queria esquecer aquele homem arrogante e negar qualquer relação com ele. Queria esquecer aqueles olhos verdes que a deixavam insegura.
Samuel conduziu em silêncio durante alguns minutos.
- Ouvi meu irmão dizer que a senhorita terminou a faculdade de psicologia. É verdade?
- Sim.
- Então salvar a minha sobrinha da morte é como trabalhar em psicologia.
Camilla olhou para ele, séria.
- Ela tentou se suicidar? - Samuel afirmou com a cabeça em resposta.
- Mas de certeza que não foi por preocupação com a minha sobrinha que você veio trabalhar no castelo. Aliás, nenhuma que ficou aqui era por preocupação com a Becky. A beleza do Wilmer é particular.
- Do Wilmer?
- É o meu irmão - Ele falou, provocante - O duque Windsor.
- Não sabia qual era o primeiro nome dele.
- Mas estava querendo saber?
- Sem dúvida. Agora é o meu patrão. Mas não costumo chamar os meus patrões pelo primeiro nome. Você fala comigo como se eu fosse uma interesseira que tem intenções de conquistar um duque. Foi ele que me encontrou e insistiu para que eu viesse para o castelo. Eu estava feliz trabalhando como garçonete no London Café e em breve trabalharia como psicóloga.
- Wilmer ficou agradecido por você ter aceite ficar no castelo e salvar a minha sobrinha.
- Sim. E você ainda supôs que eu era uma interesseira.
- Você foi a primeira pessoa que ele encontrou que tivesse no orfanato e que tivesse sido amiga da Becky. Não chama isso sorte?
- Eu fui realmente amiga da Becky. Eu e ela fazíamos praticamente tudo juntas no orfanato.
- Se o seu olhar matasse, eu já teria sido atirado de um precipício. A senhorita sabe que está olhando para mim com ódio?
- Você tem um modo provocante de dizer as coisas. "Igual ao próprio" - Pensou ela.
- Vou ser simples: no nosso castelo não entram princesas saídas de contos de fadas. No nosso castelo estão pessoas fortes.
- E quem é que pensa que eu sou? - Camilla olhou para ele, indignada - Uma órfã que conseguiu entrar num berço de ouro? Quando o seu irmão me disse que a Becky estava vivendo com ele eu pensei que ela estava cheia de sorte. Eu ainda vi meus pais adotivos morrer. Estou vivendo com uma tia. Eu não tive uma vida fácil, senhor. Acha que eu sou a órfã que se aproveita de um duque?
- Eu não disse nada disso. Você mesma é que está dizendo.
- Você com certeza não deve ter uma boa relação com o seu irmão. - Camilla atirou como se quisesse afetá-lo, mas não conseguiu isso. Samuel pareceu rir. Ele se mostrava divertido.
- E não tenho! - Respondeu ele.
Camilla se sentiu sozinha no calar do dia. Estar perto de Samuel Windsor dava-lhe calafrios. Enquanto mais se aproximavam do castelo, mais a vista era linda. Tentou esquecer que se sentia insegura, sabendo que ele não a queria no castelo. Talvez ele tivesse medo que ela soubesse demais sobre a sua família. Talvez tivessem segredos que ninguém pudesse saber. Talvez visse nela uma inimiga que vai destruir a sua família. Talvez ele tivesse feito algo mau no passado e que não tivesse gostado de saber que o irmão a protegeria. Tudo um talvez.
- Você parece pensativa. - Soltou ele, quando já tinha parado o carro.
- Estou pensando na sua irmã Vanessa. Como ela será?
- O meu irmão não lhe falou nada?
- Não. Conversámos pouco tempo.
- E você aceitou logo? Dizem que o Wilmer parece intimidar as pessoas, principalmente as moças.
- Diferente de você? - Camilla atirou.
- Eu sou diferente. Não ligo muito às mulheres. Nem sei se elas dão em cima de mim. Eu vivo para o ténis, senhorita. - Explicou ele, sério.
- Ou seja, você é parecido com o seu pai e o Wilmer com sua mãe? Ou o contrário?
- O contrário. Mas nossos pais já morreram há algum tempo. - Ele saiu do carro por alguns minutos, dando a volta ao mesmo e abrindo a porta para ela sair do automóvel. Eles continuaram a conversa logo de seguida.
- Lamento. - disse ela - Ou seja, o Wilmer é duque porque recebeu o título do pai falecido?
- Não. Os filhos mais velhos recebem os títulos, ou seja, sendo o Wilmer o mais velho, desde pequeno já sabia que ficaria com o título.
- Você queria receber o título? - Camilla teve medo da resposta. Samuel parecia ser um homem arrogante mas não o veria como o rival do irmão, pelo menos no que respeita ao título.
Pronto.
Espero que tenham gostado dessa interessante conversa entre Camilla e Sam. Acho que vocês estão gostando dele, mas será que ele é boa pessoa?!
Fica a pergunta no ar!
Comentem, por favor, para eu saber se gostaram ou não!
Beijos e até um próximo post (prometo ser mais rápida!).
domingo, 24 de setembro de 2017
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
Capítulo 1 - Parte 6
Olá a todos!
Obrigada pelos comentários Thaysa e Métis/Mirela.
Aqui está a continuação.
Anteriormente:
"Becky ficou aguardando a resposta da mãe e do tio adotivos."
- Claro, querida. - falou Vanessa.
Wilmer afirmou com a cabeça.
- Eu apoio. E ainda bem que sabe que vai ser difícil. Não vou mentir, vai ser mesmo. - avisou ele.
Obrigada pelos comentários Thaysa e Métis/Mirela.
Aqui está a continuação.
Anteriormente:
"Becky ficou aguardando a resposta da mãe e do tio adotivos."
- Claro, querida. - falou Vanessa.
Wilmer afirmou com a cabeça.
- Eu apoio. E ainda bem que sabe que vai ser difícil. Não vou mentir, vai ser mesmo. - avisou ele.
***
Camilla estava em casa de Austin quando teve que ir de ônibus* para o castelo dos duques. Camilla trazia uma mala grande de viagem com tudo o que precisava e Austin desejou sorte à amiga.
- Sempre que você quiser, tem aqui um amigo. Se vir alguma coisa estranha, suma logo dali. Imagino a beleza mas também os mistérios por trás daquela família.
- Você é sempre tão desconfiado? - Camilla riu da cara do amigo.
- Estou só te prevenindo.
- Fique descansado, eu estou bem. E se alguma vez não estar, sei em que porta posso bater.
Austin sorriu e abraçou Camilla.
- Vá lá! Vou ter saudades suas.
- Não vou para outro país, o castelo é aqui perto. E de certeza que vai conseguir colocar uma empregada toda gostosa no meu lugar! - ela riu.
- Não diga isso nem brincando!
- Mas eu estou falando sério. Imagina a quantidade de garotas que vão fazer fila só para puderem ter o meu lugar? Elas já fazem fila só para puderem te ouvir e ver tocando, imagina agora.
- Uma das regras que vou impor ao meu pai é que ela fique amando o seu trabalho e não eu.
Camilla riu de novo. Austin era um garoto estupidamente simpático e doido. Era impossível uma garota não se enfeitiçar por ele. Mas para Camilla, Austin não passava de um grande amigo. Austin não fazia o género dela.
- Eu sinceramente, não consigo entender o que essas garotas viram em você. Para mim você até parece ser gay. - ele olhou para Camilla, sério.
- Imagino que sim, menina Camilla. Fala a garota que agora está preferindo homens mais velhos, sei lá, talvez um duque? Você é bem exigente! - ela lhe deu um soco na brincadeira.
- Vamos deixar de conversa e vá embora logo. - disse Austin se despedindo de Camilla.
A garota saiu de casa de Austin e entrou no ônibus. Depois de alguns minutos de viagem, saiu, carregando a mala consigo. Ninguém estava esperando por ela quando desceu, tal como o duque tinha prometido. Não havia nada de automóvel, absolutamente nada. Camilla ficou desiludida. Sabia que tinha dito ao duque que iria sozinha mas com certeza teria que pedir indicações a alguém para ir para o castelo. E, com certeza, teria que andar muito já que não havia paragens de ônibus perto de um castelo.
Foi então que viu um homem se aproximar. Era alto, esbelto e por momentos pensou que fosse o duque. Mas não, era um completo desconhecido.
Os seus cabelos não eram loiros mas tinham alguns fios dessa cor. Os olhos eram de um verde bonito no entanto, tinha alguns traços que lembravam o seu novo patrão, o duque.
- Bom dia, senhorita. Deve ser a nossa empregada e dama de companhia da minha sobrinha Rebecca.
"Dama de companhia?!" - Pensou Camilla - "Como assim?!" Ela ia responder, mas ele se apresentou:
- Samuel Windsor, o campeão de ténis.
- Dama de companhia? - Inquiriu Camilla.
- Desculpe senhorita, mas não ajudará a minha sobrinha? - Ele perguntou, achando estranha a pergunta dela.
- Sim, mas não pensei que fosse dama de companhia. - Samuel sorriu e continuou.
- A minha irmã quis vir ter com a senhorita mas você disse que não queria que ninguém a fosse encontrar. De certeza que até gostou da minha companhia.
- Como? - Inquiriu ela, erguendo uma sobrancelha.
- A senhorita parecia perdida. - Explicou ele, sorrindo. De certeza que ele deve ter entendido que a Camilla tinha pensado em outra coisa.
Camilla tentava olhar atentamente para o irmão do duque sem ser vista. Ele parecia misterioso, talvez mais que o duque. Quando ouviu que ele era campeão de ténis achou que Samuel fosse um homem simpático e amante da aventura, mas seria mesmo? Parecia que Camilla estava necessitando de sorte para puder falar com aquele homem. Samuel olhou para Camilla, sério. Parecia que tinha ouvido os seus pensamentos.
- De certeza que ouviu do meu irmão coisas horríveis, não é verdade?
- Que coisas?
- Sei lá. Ele poderia falar mal de mim à senhorita.
- Sobre que tipo? - Camilla queria saber qual seria o mistério.
Samuel encolheu os ombros, não respondendo a Camilla. Pegou a mala dela e eles seguiram viagem andando até ao castelo calados.
- Não vou mentir que não gosto de ver a senhorita por aqui. - Camilla esperou que ele continuasse - A senhorita não pertence aqui.
- Vou relembrar o senhor de que o seu irmão, o duque, me convidou para vir para o castelo e que ajudasse a sua sobrinha Becky. Além disso, me deu um trabalho como empregada. - Camilla ficou chateada. Samuel era um homem grosso, pior que o duque. Além disso, se sentia inferior perto dele. Será que era por Samuel ser um campeão de ténis e se achar extremamente poderoso?
Ele a encarou durante alguns segundos, sem dizer nada. Camilla pensou em fugir. Ela queria voltar para o lado do seu amigo Austin. E pensou realmente que ele estava certo, mas não em relação ao duque, mas sim ao irmão deste.
- Tudo bem. - Ele pareceu respirar fundo - A senhorita deseja mesmo que a leve para o castelo, certo?
- Sim, agradecia muito se me levasse.
Ele pareceu sorrir de forma sincera, pela primeira vez.
- A senhorita não me conhecia, não é verdade?
- Não ligo muito a esportes. Desculpe desapontá-lo. - Respondeu Camilla.
- Pois acho que vai me conhecer enquanto tiver que conviver comigo no castelo. Vou já lhe avisando, eu pratico ténis todos os dias com o meu treinador. Não fique chocada se me vir transpirando todos os dias, não sou daqueles duques que você conhece todos bonitinhos cheios de perfume.
A forma como Samuel disse aquilo causou o riso em Camilla. Talvez o irmão do duque não fosse assim tão perigoso, mas continuava sendo um grande homem arrogante.
A garota saiu de casa de Austin e entrou no ônibus. Depois de alguns minutos de viagem, saiu, carregando a mala consigo. Ninguém estava esperando por ela quando desceu, tal como o duque tinha prometido. Não havia nada de automóvel, absolutamente nada. Camilla ficou desiludida. Sabia que tinha dito ao duque que iria sozinha mas com certeza teria que pedir indicações a alguém para ir para o castelo. E, com certeza, teria que andar muito já que não havia paragens de ônibus perto de um castelo.
Foi então que viu um homem se aproximar. Era alto, esbelto e por momentos pensou que fosse o duque. Mas não, era um completo desconhecido.
Os seus cabelos não eram loiros mas tinham alguns fios dessa cor. Os olhos eram de um verde bonito no entanto, tinha alguns traços que lembravam o seu novo patrão, o duque.
- Bom dia, senhorita. Deve ser a nossa empregada e dama de companhia da minha sobrinha Rebecca.
"Dama de companhia?!" - Pensou Camilla - "Como assim?!" Ela ia responder, mas ele se apresentou:
- Samuel Windsor, o campeão de ténis.
- Dama de companhia? - Inquiriu Camilla.
- Desculpe senhorita, mas não ajudará a minha sobrinha? - Ele perguntou, achando estranha a pergunta dela.
- Sim, mas não pensei que fosse dama de companhia. - Samuel sorriu e continuou.
- A minha irmã quis vir ter com a senhorita mas você disse que não queria que ninguém a fosse encontrar. De certeza que até gostou da minha companhia.
- Como? - Inquiriu ela, erguendo uma sobrancelha.
- A senhorita parecia perdida. - Explicou ele, sorrindo. De certeza que ele deve ter entendido que a Camilla tinha pensado em outra coisa.
Camilla tentava olhar atentamente para o irmão do duque sem ser vista. Ele parecia misterioso, talvez mais que o duque. Quando ouviu que ele era campeão de ténis achou que Samuel fosse um homem simpático e amante da aventura, mas seria mesmo? Parecia que Camilla estava necessitando de sorte para puder falar com aquele homem. Samuel olhou para Camilla, sério. Parecia que tinha ouvido os seus pensamentos.
- De certeza que ouviu do meu irmão coisas horríveis, não é verdade?
- Que coisas?
- Sei lá. Ele poderia falar mal de mim à senhorita.
- Sobre que tipo? - Camilla queria saber qual seria o mistério.
Samuel encolheu os ombros, não respondendo a Camilla. Pegou a mala dela e eles seguiram viagem andando até ao castelo calados.
- Não vou mentir que não gosto de ver a senhorita por aqui. - Camilla esperou que ele continuasse - A senhorita não pertence aqui.
- Vou relembrar o senhor de que o seu irmão, o duque, me convidou para vir para o castelo e que ajudasse a sua sobrinha Becky. Além disso, me deu um trabalho como empregada. - Camilla ficou chateada. Samuel era um homem grosso, pior que o duque. Além disso, se sentia inferior perto dele. Será que era por Samuel ser um campeão de ténis e se achar extremamente poderoso?
Ele a encarou durante alguns segundos, sem dizer nada. Camilla pensou em fugir. Ela queria voltar para o lado do seu amigo Austin. E pensou realmente que ele estava certo, mas não em relação ao duque, mas sim ao irmão deste.
- Tudo bem. - Ele pareceu respirar fundo - A senhorita deseja mesmo que a leve para o castelo, certo?
- Sim, agradecia muito se me levasse.
Ele pareceu sorrir de forma sincera, pela primeira vez.
- A senhorita não me conhecia, não é verdade?
- Não ligo muito a esportes. Desculpe desapontá-lo. - Respondeu Camilla.
- Pois acho que vai me conhecer enquanto tiver que conviver comigo no castelo. Vou já lhe avisando, eu pratico ténis todos os dias com o meu treinador. Não fique chocada se me vir transpirando todos os dias, não sou daqueles duques que você conhece todos bonitinhos cheios de perfume.
A forma como Samuel disse aquilo causou o riso em Camilla. Talvez o irmão do duque não fosse assim tão perigoso, mas continuava sendo um grande homem arrogante.
* ônibus é autocarro em Portugal.
Está aqui.
O Sam finalmente apareceu. O que acharam dele?!
Postarei em breve!
O Sam finalmente apareceu. O que acharam dele?!
Postarei em breve!
Beijos.
sábado, 22 de julho de 2017
Capítulo 1 - Parte 5
Olá a todos!
Obrigada pelo comentário, Mirela/Métis. O Sam e a Demi aparecerão em breve. A Vanessa e o Zac terão uma ligação com Camilla. O Zac vai fazer ciúmes à Camilla com a Vanessa quando ele entrar na casa dos duques como empregado. Mas isso acontecerá nos capítulos seguintes.
Espero que estejam gostado da história!
Anteriormente:
"Uma história que teria romance e mistério. Afinal, a morte do antigo namorado da duquesa estava muito estranha. Não tinha sido uma morte em vão, acreditava Camilla."
Quando entrou no café não entendeu que Austin a olhava, curioso.
- Você não tem nada para me dizer? Porque está com essa cara de criança sonhadora?
- Austin, se você soubesse o que aconteceu... - começou Camilla, colocando o avental para recomeçar o trabalho.
- E você vai me contar, não é?
- Agora não. Tenho que trabalhar.
- Camilla! - repreendeu Austin - Eu sou seu amigo, te ajudei e te alertei. Não me diga que o duque queria algo de você?!
- Queria, Austin. E eu vou aceitar.
- Calma, não estou entendendo. Afinal, que raio de coisa ele queria?! - Austin se tornava impaciente, pois Camilla não respondia à questão. Quando finalmente Camilla lhe revelou, ele ficou chocado.
- Ele quer que eu vá trabalhar no castelo.
- O quê? Mas porquê?
- Ele está ligado ao orfanato de onde eu saí.
- Como?
- Parece que a irmã dele adotou uma antiga amiga minha. Ela foi uma das minhas melhores amigas no orfanato mas depois ela foi adotada e perdemos contato.
- E o que isso tem a ver?
- Ela tem sofrido bullying no colégio devido a ter sido adotada por duques. E então ele gentilmente me pediu ajuda e me deu trabalho no castelo.
- E você vai aceitar? - perguntou ele, com um olhar triste. Camilla baixou a cabeça.
- Desculpa Austin. Você e o seu pai me deram um trabalho, algo que eu queria e que ninguém me dava na altura. Nunca vou esquecer aquilo que vocês fizeram por mim.
- Eu entendo, Camilla. Só quero que você seja feliz.
- Eu não iria aceitar ao início, mas quando ele falou dela eu tive que aceitar. Era a minha obrigação.
- Eu sei, eu sei. Você vai embora quando?
- Daqui a três semanas. Para você e o seu pai terem tempo de colocar alguém no meu lugar. Será que o seu pai vai aceitar isso?
- Tanto ele como eu queremos o seu bem, Camilla. Mas espero que você dê notícias de vez em quando. - falou Austin, sorrindo.
- Claro que sim. Darei com certeza e ainda farei algumas visitas a você.
- Vamos trabalhar! - exclamou ele.
Wilmer tinha chegado ao castelo. Quando chegou à grande sala, viu Vanessa sentada no sofá. Ela estava esperando a chegada dele.
- Ela vem? - inquiriu ela, apenas. Sem olhar para ele.
- Sim, irmã. Ela vem. - Vanessa esboçou um sorriso.
- Finalmente a Rebbeca vai ficar melhor. Sinceramente, não sei o que fiz para merecer isto.
- Pensa que agora ela ficará melhor, irmã. Imagina a cara da Rebbeca quando rever a amiga? Toda a tristeza vai acabar.
Nesse momento, os dois ouvem um barulho. Becky sai de trás da parede.
- Desculpem, ouvi a conversa. - A Vanessa e o Wilmer se olharam, curiosos.
- É verdade, a senhorita Camilla Gray está aqui em Londres. - confessa Wilmer. Becky apenas sorriu.
- Eu queria pedir uma coisa, na verdade quero avisar que vou fazer isso. E queria que apoiassem. Já falei com o tio Sam e ele apoiou-me. - ela fez uma pausa - Eu vou procurar trabalho. - Antes que Vanessa ou Wilmer dissessem alguma coisa, Becky continua - Sei que é difícil porque se dizer o meu sobrenome as pessoas vão me negar mas eu pretendo fazer alguma coisa por mim. Não quero estar dependente do vosso dinheiro ou prestigio. Quero ganhar as coisas por mim. E queria que me apoiassem.
Becky ficou aguardando a resposta da mãe e do tio adotivos.
Termina aqui.
Espero que tenham gostado!
Beijos.
Obrigada pelo comentário, Mirela/Métis. O Sam e a Demi aparecerão em breve. A Vanessa e o Zac terão uma ligação com Camilla. O Zac vai fazer ciúmes à Camilla com a Vanessa quando ele entrar na casa dos duques como empregado. Mas isso acontecerá nos capítulos seguintes.
Espero que estejam gostado da história!
Anteriormente:
"Uma história que teria romance e mistério. Afinal, a morte do antigo namorado da duquesa estava muito estranha. Não tinha sido uma morte em vão, acreditava Camilla."
Quando entrou no café não entendeu que Austin a olhava, curioso.
- Você não tem nada para me dizer? Porque está com essa cara de criança sonhadora?
- Austin, se você soubesse o que aconteceu... - começou Camilla, colocando o avental para recomeçar o trabalho.
- E você vai me contar, não é?
- Agora não. Tenho que trabalhar.
- Camilla! - repreendeu Austin - Eu sou seu amigo, te ajudei e te alertei. Não me diga que o duque queria algo de você?!
- Queria, Austin. E eu vou aceitar.
- Calma, não estou entendendo. Afinal, que raio de coisa ele queria?! - Austin se tornava impaciente, pois Camilla não respondia à questão. Quando finalmente Camilla lhe revelou, ele ficou chocado.
- Ele quer que eu vá trabalhar no castelo.
- O quê? Mas porquê?
- Ele está ligado ao orfanato de onde eu saí.
- Como?
- Parece que a irmã dele adotou uma antiga amiga minha. Ela foi uma das minhas melhores amigas no orfanato mas depois ela foi adotada e perdemos contato.
- E o que isso tem a ver?
- Ela tem sofrido bullying no colégio devido a ter sido adotada por duques. E então ele gentilmente me pediu ajuda e me deu trabalho no castelo.
- E você vai aceitar? - perguntou ele, com um olhar triste. Camilla baixou a cabeça.
- Desculpa Austin. Você e o seu pai me deram um trabalho, algo que eu queria e que ninguém me dava na altura. Nunca vou esquecer aquilo que vocês fizeram por mim.
- Eu entendo, Camilla. Só quero que você seja feliz.
- Eu não iria aceitar ao início, mas quando ele falou dela eu tive que aceitar. Era a minha obrigação.
- Eu sei, eu sei. Você vai embora quando?
- Daqui a três semanas. Para você e o seu pai terem tempo de colocar alguém no meu lugar. Será que o seu pai vai aceitar isso?
- Tanto ele como eu queremos o seu bem, Camilla. Mas espero que você dê notícias de vez em quando. - falou Austin, sorrindo.
- Claro que sim. Darei com certeza e ainda farei algumas visitas a você.
- Vamos trabalhar! - exclamou ele.
Wilmer tinha chegado ao castelo. Quando chegou à grande sala, viu Vanessa sentada no sofá. Ela estava esperando a chegada dele.
- Ela vem? - inquiriu ela, apenas. Sem olhar para ele.
- Sim, irmã. Ela vem. - Vanessa esboçou um sorriso.
- Finalmente a Rebbeca vai ficar melhor. Sinceramente, não sei o que fiz para merecer isto.
- Pensa que agora ela ficará melhor, irmã. Imagina a cara da Rebbeca quando rever a amiga? Toda a tristeza vai acabar.
Nesse momento, os dois ouvem um barulho. Becky sai de trás da parede.
- Desculpem, ouvi a conversa. - A Vanessa e o Wilmer se olharam, curiosos.
- É verdade, a senhorita Camilla Gray está aqui em Londres. - confessa Wilmer. Becky apenas sorriu.
- Eu queria pedir uma coisa, na verdade quero avisar que vou fazer isso. E queria que apoiassem. Já falei com o tio Sam e ele apoiou-me. - ela fez uma pausa - Eu vou procurar trabalho. - Antes que Vanessa ou Wilmer dissessem alguma coisa, Becky continua - Sei que é difícil porque se dizer o meu sobrenome as pessoas vão me negar mas eu pretendo fazer alguma coisa por mim. Não quero estar dependente do vosso dinheiro ou prestigio. Quero ganhar as coisas por mim. E queria que me apoiassem.
Becky ficou aguardando a resposta da mãe e do tio adotivos.
Termina aqui.
Espero que tenham gostado!
Beijos.
terça-feira, 4 de julho de 2017
Capítulo 1 - Parte 4
Olá a todos!
Obrigada pelo comentário. Thaysa. Eu divido os capítulos, normalmente, em perguntas de personagens que causem mais curiosidade para o leitor saber a resposta, que é o caso da divisão dessas primeiras partes dessa história. Outras vezes também divido quando alguma personagem tem uma ação que causa espanto. Ou seja, divido para causar mais curiosidade porque acho que é cansativo postar o capítulo inteiro no blogue.
Vamos à continuação da conversa entre o duque e a Camilla.
Anteriormente:
"Já ouviu falar de Samuel Windsor? O campeão de ténis?"
- Não. Não sou apreciadora de esportes logo, esse nome é-me pouco ou nada familiar.
- Então será bom o Sam encontrar uma moça que não o conhece. - Disse ele, sorrindo.
- Eu ainda não disse que vou para o castelo.
- Mas irá.
- Parece ser uma ordem. - Falou ela, séria.
- Garanto que não vou prejudicar a sua independência.
- Espera que eu more no castelo?
- Sim, a minha irmã e a Rebbeca ficarão contentes com isso.
A Camilla olhou para o duque. Ele estava usando o nome da Rebbeca para a convencer a ir viver para o castelo?
- Ela sabe que o senhor está conversando comigo?
- Não, mas não estou esperando uma recusa.
- O seu irmão Samuel também estará lá?
- Sim, no momento. Está trabalhando ultimamente com o treinador dele para depois puder ir para França. Vai disputar o torneio de Roland - Garros.
- Eu seria uma tola em recusar, além disso quero ajudar a Becky. No entanto, não posso ir agora. Tenho que avisar o meu patrão e dono do café e esperar que ele arrume uma substituta para mim.
- Eu falarei com ele e esse senhor a dispensará hoje mesmo.
Camilla abanou a cabeça.
- Não, senhor. Essas pessoas me apoiaram muito e pretendo falar eu mesma. - ela mudou de assunto - O seu irmão Samuel se parece com o senhor?
- Você me acha um bruto, imagino. Tem medo que encontre dois em vez de um? - Ele riu - Faça a senhorita a sua opinião sobre o Sam.
- Hum...
- Veja pelo lado positivo, se vier para o meu castelo não terá que deixar de ver ninguém. Você continuará a ter a sua independência e poderá sair sempre que quiser. Se quiser ir ter com o seu namorado eu entendo.
- Não tenho namorado, senhor. - Respondeu ela, por fim. Se ele não tivesse a resposta, seguramente faria a pergunta de novo.
- Mas teve, aposto.
- Sim, nos Estados Unidos. Ele se chamava Zachary. Zac.
- Não precisa de me falar de mais nada. A senhorita aceita, certo?!
Os olhos escuros de Wilmer chocavam com os olhos claros de Camilla. Ela sentia-se desconfortável perto dele. Parecia que se sentia atraída por ele. Uma atração incontrolável entre um homem e uma mulher. Camilla nunca tinha tido essa sensação. Ela devia afastar-se desse homem.
- Imagino que a senhorita não vá aceitar que eu a leve até ao meu castelo, estarei errado?
- Não de todo. Eu irei lá ter por mim mesma. Daqui a três semanas. Preciso de avisar o meu patrão e a minha tia.
- Ela não irá se importar?
- Não, se ela saber que é para ajudar uma antiga amiga do orfanato ela vai aceitar, além disso ela me dá a liberdade que preciso.
- Bom saber isso. Será que não vai mudar de ideia e desistir de vir para o castelo?
- Se prometi, não vou quebrar a minha promessa.
- A minha irmã ficaria desiludida e a Rebecca também.
Os dois se despediram uns segundos depois. Camilla observou o carro se afastando antes de regressar ao café.
Iria trabalhar em casa de um duque e iria ajudar a amiga Becky. Iria finalmente reencontrar a antiga amiga. Era algo impossível de acreditar para uma orfã americana. Havia encontrado um duque com um charme... meu Deus! ... Era uma história de filme! Uma história que teria romance e mistério. Afinal, a morte do antigo namorado da duquesa estava muito estranha. Não tinha sido uma morte em vão, acreditava Camilla.
Aqui está.
No final aconteceu um mistériozinho. A vida dos duques não é um livro aberto, como as pessoas pensam.
Espero que tenham gostado.
Beijos.
Obrigada pelo comentário. Thaysa. Eu divido os capítulos, normalmente, em perguntas de personagens que causem mais curiosidade para o leitor saber a resposta, que é o caso da divisão dessas primeiras partes dessa história. Outras vezes também divido quando alguma personagem tem uma ação que causa espanto. Ou seja, divido para causar mais curiosidade porque acho que é cansativo postar o capítulo inteiro no blogue.
Vamos à continuação da conversa entre o duque e a Camilla.
Anteriormente:
"Já ouviu falar de Samuel Windsor? O campeão de ténis?"
- Não. Não sou apreciadora de esportes logo, esse nome é-me pouco ou nada familiar.
- Então será bom o Sam encontrar uma moça que não o conhece. - Disse ele, sorrindo.
- Eu ainda não disse que vou para o castelo.
- Mas irá.
- Parece ser uma ordem. - Falou ela, séria.
- Garanto que não vou prejudicar a sua independência.
- Espera que eu more no castelo?
- Sim, a minha irmã e a Rebbeca ficarão contentes com isso.
A Camilla olhou para o duque. Ele estava usando o nome da Rebbeca para a convencer a ir viver para o castelo?
- Ela sabe que o senhor está conversando comigo?
- Não, mas não estou esperando uma recusa.
- O seu irmão Samuel também estará lá?
- Sim, no momento. Está trabalhando ultimamente com o treinador dele para depois puder ir para França. Vai disputar o torneio de Roland - Garros.
- Eu seria uma tola em recusar, além disso quero ajudar a Becky. No entanto, não posso ir agora. Tenho que avisar o meu patrão e dono do café e esperar que ele arrume uma substituta para mim.
- Eu falarei com ele e esse senhor a dispensará hoje mesmo.
Camilla abanou a cabeça.
- Não, senhor. Essas pessoas me apoiaram muito e pretendo falar eu mesma. - ela mudou de assunto - O seu irmão Samuel se parece com o senhor?
- Você me acha um bruto, imagino. Tem medo que encontre dois em vez de um? - Ele riu - Faça a senhorita a sua opinião sobre o Sam.
- Hum...
- Veja pelo lado positivo, se vier para o meu castelo não terá que deixar de ver ninguém. Você continuará a ter a sua independência e poderá sair sempre que quiser. Se quiser ir ter com o seu namorado eu entendo.
- Não tenho namorado, senhor. - Respondeu ela, por fim. Se ele não tivesse a resposta, seguramente faria a pergunta de novo.
- Mas teve, aposto.
- Sim, nos Estados Unidos. Ele se chamava Zachary. Zac.
- Não precisa de me falar de mais nada. A senhorita aceita, certo?!
Os olhos escuros de Wilmer chocavam com os olhos claros de Camilla. Ela sentia-se desconfortável perto dele. Parecia que se sentia atraída por ele. Uma atração incontrolável entre um homem e uma mulher. Camilla nunca tinha tido essa sensação. Ela devia afastar-se desse homem.
- Imagino que a senhorita não vá aceitar que eu a leve até ao meu castelo, estarei errado?
- Não de todo. Eu irei lá ter por mim mesma. Daqui a três semanas. Preciso de avisar o meu patrão e a minha tia.
- Ela não irá se importar?
- Não, se ela saber que é para ajudar uma antiga amiga do orfanato ela vai aceitar, além disso ela me dá a liberdade que preciso.
- Bom saber isso. Será que não vai mudar de ideia e desistir de vir para o castelo?
- Se prometi, não vou quebrar a minha promessa.
- A minha irmã ficaria desiludida e a Rebecca também.
Os dois se despediram uns segundos depois. Camilla observou o carro se afastando antes de regressar ao café.
Iria trabalhar em casa de um duque e iria ajudar a amiga Becky. Iria finalmente reencontrar a antiga amiga. Era algo impossível de acreditar para uma orfã americana. Havia encontrado um duque com um charme... meu Deus! ... Era uma história de filme! Uma história que teria romance e mistério. Afinal, a morte do antigo namorado da duquesa estava muito estranha. Não tinha sido uma morte em vão, acreditava Camilla.
Aqui está.
No final aconteceu um mistériozinho. A vida dos duques não é um livro aberto, como as pessoas pensam.
Espero que tenham gostado.
Beijos.
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